Arquivo da categoria: leituras

Minhas leituras de fevereiro

Olá pessoas!!!!

Tudo bem com vocês?!
Estou um pouco atrasada, a semana passada foi uma loucura, essa semana estou meio atordoada ainda, mas vamos que vamos!
#foco #força e #fé pra atualizar o blog…hahahhaa
Bom, eu vou ser bem sincera com vocês, em fevereiro eu tirei férias de quase tudo, inclusive das leituras.
Esse mês ainda não voltei com as leituras porque estou usando muito do meu tempo livre em uns cursos online que resolvi fazer (prometo que qualquer dia desses conto sobre eles) e tenho lido muitos artigos, por isso é provável que a listinha do mês que vem seja tão pequena quanto esta. Mas em abril eu pretendo tirar o atraso!
Anúncios

Livros que li em janeiro

Fala galera,

tudo bem?

Produtividade tem sido um tema muito recorrente aqui no blog né?

Pra dar uma variada, resolvi criar mais uma postagem periódica aqui no BMM, que é escrever sobre os livros que li no mês anterior. Vou tentar fazer isso sempre na primeira semana. Mas se não der algum dia do mês eu faço.  Em 2015 promessa no blog é dívida, minha gente!

Esse ano eu me propus a ler mais livros em geral,porque até ano passado eu tava meio relaxada. Na verdade, eu lia MUITO nos tempos pré-faculdade, então eu comecei a cursar Pedagogia e tive quase que alergia a livros… hahaha Depois da faculdade veio o meu trabalho, o convite pra ser coautora em um material pedagógico, as atividades de consultoria… e vamos combinar que educação de trânsito não é uma coisa que se vê todo dia né? Tem que estudar muito pra fazer direito.

Então eu continuei lendo muito, mas coisas muito específicas e técnicas, quase sempre meio que por obrigação: de se atualizar, de achar referência pra um trabalho, pra achar novas ideias e estratégias pra um tema… enfim, faz tempo que eu não leio mais que 3 livros de ficção em um ano inteiro, por exemplo.

Continuar lendo Livros que li em janeiro

Resenha: você já pensou na sua ordem de nascimento?

Oi pessoal, 

tudo bem?

Estou quase de férias, mas ainda na correria… essa semana ainda não consigo colocar as postagens em dia, mas acho que dá pra pelo menos dar uma passada aqui mais algumas vezes.

Hoje gostaria de contar sobre um livro que li no final do ano passado e peguei agora pra reler. O livro é Mais velho, do meio ou caçula, de autoria de Kevin Leman e publicado no Brasil pela Mundo Cristão,

O autor é um psicólogo clínico, formado pela Universidade do Arizona. Já escreveu dezenas de livros, fala sobre os conceitos de psicologia aplicados no dia-a-dia  e na relação entre familiares (é comum os temas sobre educação dos filhos ou relacionamento do casal). Foi o primeiro livro que li dele, mas fiquei com vontade de ler outros.

Veja a sinopse do livro pela editora:

Os irmãos mais velhos são sempre os mais sérios, certinhos, perfeccionistas. O do meio é o oposto! É competitivo, mas tenta sempre buscar a paz nas situações de conflito. Já os caçulas são bem-humorados, descomplicados e divertidos. Por outro lado, sempre ficam com as sobras dos anteriores e recebem apelidos não muito legais. Os filhos únicos se parecem com os mais velhos, mas são ainda mais precoces (parecem miniaturas de adultos por volta dos sete anos de idade!) e têm nos livros seus melhores amigos.

Como é possível que dois, três, quatro, sete indivíduos, filhos do mesmo pai e da mesma mãe, sejam tão diferentes? Para Kevin Leman há uma explicação: a ordem do seu nascimento. O seu lugar na família determina quem você é. 

Se você é o primeiro filho, do meio ou último, o cuidado e trato dos seus pais com você foi diferente dos seus irmãos. E se você é filho único, todas as atenções e esforços foram voltados para você, inclusive os erros e acertos. 

Descubra quais são as características da sua ordem de nascimento e aprenda a usá-las em seu favor.

O que eu achei do livro:

Antes de mais nada, é bom esclarecer que eu não acredito em um aspecto da vida definindo toda a nossa personalidade. Hoje tenho 28 anos e foram muitas experiências, vivências, escolhas e interações, isso tudo me define e a ordem de nascimento pode ter uma influência em maior ou menor grau. Aliás, na minha leitura, o próprio autor esclarece que isso é uma forma de compreender as pessoas, não a única.

Mas li o livro e fiquei realmente convencida de que esse é um fator importante pra explicar, por exemplo, como dentro de uma mesma casa, os irmãos podem ser tão diferentes entre si. O argumento que ele usa, com base em uma teoria bem difundida na psicologia (apesar de não ser consenso, segundo o que eu pesquisei), é a de que os pais se relacionam de forma diferente com os filhos de acordo com sua ordem de nascimento e os próprios irmãos relacionam-se entre si respeitando essa ordem e, a partir disso, cada um vai desenvolver um conjunto de características. 

Eu sou filha única e ele descreve 7 características típicas como sendo do filho único. Todas são muito eu: confiante, perfeccionista, organizado, condutor, fazedor de listas, lógico e erudito.  O bacana é que após descrever cada um dos tipos, ele traz um quadro resumindo as características típicas e como cada uma delas pode ser um ponto forte ou fraco. Ele também traz dicas sobre como negociar e trabalhar com cada pessoa de acordo com suas características típicas, como são os casamentos de acordo com as ordens de nascimento (define minha vida)  e no final ele fala sobre como os pais podem educar os filhos e ajudá-los a se desenvolver de acordo com sua ordem de nascimento. 

Eu indico muito o livro. Porque:

1. O livro me ajudou a me conhecer melhor, identificar algumas coisas que eu posso me desenvolver e transformar pontos fracos em pontos fortes.

2. Também foi fundamental para entender algumas atitudes das pessoas com quem eu convivo. Depois que li o livro, deixei de ter expectativas irreais em alguns aspectos.

3. Com certeza algumas dicas serão valiosas para quando eu tiver filhos. Acho que quem já é pai/mãe vai ganhar muito em ler o livro e refletir sobre suas atitudes na educação de seus filhos.

Ah, e apesar de ser um psicólogo de confissão cristã, há poucas referências à religião no livro. Então a leitura serve também para quem não é cristão.

Se alguém se animar a ler o livro me conta depois.

Um beijo e até mais!

Resenha – O poder do hábito

Em janeiro deste ano, li um livro muito interessante, chamado: O poder do Hábito, porque fazemos o que fazemos na Vida e nos Negócios, do jornalista Charles Duhigg. É um livro que se propõe a explicar como funcionam nossos hábitos e como podemos revertê-los para melhorar nossa vida.

Veja a sinopse:

Sinopse – pela Livraria da Folha

Durante os últimos dois anos, uma jovem transformou quase todos os aspectos de sua vida. Parou de fumar, correu uma maratona e foi promovida. Em um laboratório, neurologistas descobriram que os padrões dentro do cérebro dela –ou seja, seus hábitos– foram modificados de maneira fundamental para que todas essas mudanças ocorressem. Há duas décadas pesquisando ao lado de psicólogos, sociólogos e publicitários, cientistas do cérebro começaram finalmente a entender como os hábitos funcionam – e, mais importante, como podem ser transformados. Embora isoladamente pareçam ter pouca importância, com o tempo, têm um enorme impacto na saúde, na produtividade, na estabilidade financeira e na felicidade.

Com base na leitura de centenas de artigos acadêmicos, entrevistas com mais de 300 cientistas e executivos, além de pesquisas realizadas em dezenas de empresas, o repórter investigativo do “New York Times” Charles Duhigg elabora, em “O Poder do Hábito”, um argumento animador: a chave para se exercitar regularmente, perder peso, educar bem os filhos, se tornar uma pessoa mais produtiva, criar empresas revolucionárias e ter sucesso é entender como os hábitos funcionam. Transformá-los pode gerar bilhões e significar a diferença entre fracasso e sucesso, vida e morte.

O que eu achei:

Achei o livro muito bem escrito e bem didático. Dá, de certa forma, um guia prático para quem quer implementar mudança de hábitos ou criar novos hábitos. É o tipo de livro que pode mudar nossa vida se a gente colocar algumas coisas em prática. Logo que li, usei algumas coisas e consegui mudar hábitos antigos e implementar novos (inclusive me ajudou com a reeducação alimentar). Agora que resolvi escrever sobre ele, fiquei pensando no assunto e vou fazer uns planos para o segundo semestre. Então com certeza voltarei a falar sobre esse livro por aqui. Daí eu compartilho algumas lições que aprendi.

Vocês já leram o livro ou ouviram falar dele? É a indicação de leitura de muitos blogs que eu sigo. Inclusive o Seiiti Arata tem um resumo básico dos principais conceitos do livro – é legal ver o vídeo no canal dele no youtube e baixar o e-book.
Beijos e até!

As cinco linguagens do amor

Recentemente li um livro de Gary Chapman chamando “As cinco linguagens do amor”. Achei muito interessante e recomendo a leitura…

O livro fala sobre as linguagens do amor que usamos para transmitir nossos sentimentos às pessoas e que, se não falarmos a mesma língua, nossa comunicação pode ficar confusa.

Como assim? Vamos supor que minha primeira linguagem seja palavras de afirmação (para mim é importante dar e receber elogios, por exemplo) e a do meu marido, atos de serviço (fazer tarefas em casa é a forma dele de demonstrar seu amor por mim). Se ele fizer só o que acha correto para demonstrar seu amor, eu sempre vou achar que está faltando alguma coisa (elogios) e ficar frustrada ou com raiva e descontar nele. Uma hora a relação pode se desgastar, por um não entender o outro.

Para resolver esse impasse, num relacionamento devo estar atenta a qual é a primeira linguagem do amor do outro e  tentar demonstrar meu amor falando a linguagem dele, e vice-versa.

O autor do livro fala muito sobre isso no casamento, mas deixa bem claro que é um princípio para qualquer relacionamento, inclusive entre pais e filhos…

Para quem não tiver a oportunidade de ler, veja quais são as linguagens do amor e com qual você se identifica mais:

1. Toque físico – você se sente amada quando a pessoa sempre te abraça, te faz um cafuné… enfim, demonstra seu carinho por meio de toques físicos.

2. Tempo de Qualidade – você quer que, em algum momento do dia, a pessoa pare tudo só para se dedicar a te ouvir ou realizar alguma atividade junto com você.

3. Atos de serviço – para você, a dedicação de uma pessoa por meio de um serviço realizado (fazer o jantar em um dia que você chegou cansada) vale mais do que qualquer outra coisa.

4. Palavras de afirmação – o mais importante para você é o reconhecimento verbal de suas qualidades e esforço para realizar algo.

5. Presentes – você gosta de dar e receber presentes e acredita que, independente do valor, aquele objeto demonstra que a pessoa lembrou-se de você e a ama.

Saber qual é nossa primeira linguagem do amor e entender das pessoas com quem nos relacionamos, não vai resolver todos os problemas da nossa vida, mas pode evitar conflitos desnecessários e fazer-nos pessoas mais satisfeitas e felizes.

E vocês? Concordam com isso?