Arquivo da categoria: cinema

Resenha: Viva a Liberdade

Oi Pessoal,

tudo bem?
Hoje a resenha é sobre um filme que assisti em 2014, quando ainda existia o Cine Topázio, e acabei não conseguindo contar sobre o filme na época.
O filme é o Viva a Liberdade.
Ficha técnica:

Viva a Liberdade

Título Original: Viva La Libertà
Ano: 2013

Diretor: Roberto Andò

Roteiro: Roberto Andò, Angelo Pasquini

Elenco Principal: Toni Servillo, Valerio Mastandrea, Valeria Bruni Tedeschi

Gênero: comédia, drama

Nacionalidade: Itália, França

Sinopse: Enrico Oliveri (Toni Servillo) é o candidato do partido de esquerda. Sua candidatura vai muito mal e ele enfrenta oposição até mesmo dentro do partido. O candidato some sem avisar ninguém.Seu assessor Andrea Bottini (Valerio Mastandrea), conversa com a mulher do senador Anna Oliveri (Michela Cescon) e pede autorização para resolver o problema de uma forma bem inusitada: chamar o irmão gêmeo de Enrico, que fora recém liberado de um manicômio, o filósofo e professor Giovanni Ernani (também interpretado por Toni Servillo),  para assumir seu papel por um tempo.
O resto eu não conto, só pra deixar vocês curiosos mesmo hehehe

Continuar lendo Resenha: Viva a Liberdade

Anúncios

Resenha: O Renascimento do Parto

Oi pessoal,

tudo bem?

Em março deste ano, tive a oportunidade de assistir ao filme O Renascimento do Parto.  Já fazia muito tempo que eu queria ver esse filme, desde quando estava sendo produzido, como comentei aqui.

A sinopse oficial sobre o filme é essa:
O filme “O Renascimento do Parto” retrata a grave realidade obstétrica mundial e sobretudo brasileira, que se caracteriza por um número alarmante de cesarianas ou de partos com intervenções traumáticas e desnecessárias, em contraponto com o que é sabido e recomendado hoje pela ciência. Tal situação apresenta sérias conseqüências perinatais, psicológicas, sociais, antropológicas e financeiras. Através dos relatos de alguns dos maiores especialistas na área e das mais recentes descobertas científicas, questiona-se o modelo obstétrico atual, promove-se uma reflexão acerca do novo paradigma do século XXI e sobre o futuro de uma civilização nascida sem os chamados “hormônios do amor”, liberados apenas em condições específicas de trabalho de parto. (Fonte: site do filme)
As minhas impressões sobre o filme foram:
Desde quando fiquei sabendo da produção do filme, tive contato com o tema e comecei a estudar pra entender sobre o assunto. Então o filme não trouxe novidades no sentido de novas informações, mas uma coisa é saber sobre o tema e outra é ver relatos de mães e suas experiências, relatos de profissionais da área…  o filme sensibiliza muito e saí de lá convencidíssima a me empoderar cada dia mais pra ser a protagonista do meu parto. Além disso, ainda não consegui me engajar, mas entendo que é muito importante participar de movimentos que lutam pela humanização do sistema. Acho realmente que precisamos avançar nessas discussões, tanto de um lado como de outro, mas precisamos avançar no sentido da mudança, porque hoje o sistema obstétrico no Brasil funciona de uma forma que prejudica muito a vida das pessoas. Uma coisa que eu já faço, e foi graças ao filme, é compartilhar as informações. Sempre que tenho oportunidade converso com outras mulheres sobre o tema, porque muita gente nunca nem ouviu falar do assunto. Como eles dizem no filme mesmo, esse é um problema de todos nós, porque o nascimento faz parte da vida de todo mundo. É também um tema muito importante (pelo menos na minha opinião) quando se trata de direitos da mulher.
Eles já estão produzindo o segundo filme, mas pra quem ainda não viu o primeiro, acho que vale a pena!
Além de poder comprar o DVD, essa semana saiu a notícia de que o filme será exibido pelo Canal Brasil, estará esse mês disponível no iTunes e estão negociando Netflix. Também existem em algumas cidades exibições públicas gratuitas, como teve em Campinas quando eu assisti. Vale a pena pesquisar grupos de sua região e ficar por dentro. Para quem quiser seguir a página do filme no facebook, além das novidades, eles trazem várias informações sobre parto humanizado e maternidade ativa: https://www.facebook.com/orenascimentodoparto
Eu assisti o filme em uma apresentação do Grupo Vínculo, de Campinas. Como o post já está muito grande, vou deixar para falar desse grupo em outro momento.
Mas tá aí também a página para quem quiser conhecer um pouco mais: https://www.facebook.com/gvcampinas
É isso pessoal, até a próxima!
Beijos

Dica de filme: O último amor de Mr. Morgan

Estou de férias!!!!

E ontem, pra começar com o pé direito, fomos ao cinema. 

Não gosto de ir ao cinema às cegas. Não costumo ler as críticas, mas sempre vejo os trailers antes decidir. Mas não ia dar tempo e a gente ficou em dúvida entre assistir O último amor de Mr. Morgan e O Grande Hotel Budapeste.

Eu fiquei realmente em dúvida, mas decidimos ver o primeiro. Na verdade, meu marido me convenceu e eu o agradeci muito por isso! Foi sem dúvida um dos melhores filmes que já vi.

A sinopse, no site do Cine Topázio:

Um professor de literatura solitário, que ainda sofre com a morte da esposa, vive na cidade de Paris, onde tem poucos amigos e não fala a língua local. Um dia, ele encontra uma jovem parisiense, professora de dança, e reencontra o gosto pela vida.

Se pesquisarem, encontrarão sinopses com mais detalhes, mas gosto muito dessa, porque não revela tanto. Na verdade, o filme se revela gradual e lentamente, e quero respeitar essa intenção da diretora. Não a conhecia, por falar nisso, mas pretendo ver mais filmes dela.

Vejam o trailer:

 
Poderia falar da fotografia (Paris é retratada de forma tão linda), dos jogos de luzes e sombras, dos planos e das transições entre as cenas, dos diálogos profundos ou até mesmo da atuação de Michael Caine e Clémence Poésy (gente, que nervoso. tenho certeza de que a conheço de outro filme, mas ainda não sei qual), mas não quero dissecar a obra, como se fosse algo a ser analisado e reproduzido. 
 
Prefiro tratar este filme com uma certa reverência e deixo a indicação somente pela sensibilidade com que aborda temas tão difíceis como a morte,ou com a beleza que retrata o amor e a amizade.   
 
Achei uma resenha muito legal sobre ele aqui.
 
Se alguém assistir, me conta! E se alguém já viu o Grande Hotel Budapeste me conta se é bom, quem sabe ainda dá tempo de assistir.
Em Campinas, está  passando no Cine Topázio.
Beijos e até mais!

 

Dica de filme: O Palácio Francês

Adoro cinema! Mas sou apaixonada mesmo é pelo cinema francês. Gosto muito de outros filmes, mas a verdade é que os filmes franceses sempre me fazem suspirar desde O fabuloso destino de Amélie Poulin.

Então hoje, inaugurando a seção “Cinema” do blog,  trago a dica desta comédia que assisti segunda-feira: O Palácio Francês.

Dirigido por Bertrand Tarvenier, o filme conta a história de Arthur Vlaminck (Raphaël Personnaz), um rapaz recém-formado que passa a trabalhar no Ministério das Relações Exteriores e é responsável por elaborar os discursos do ministro Alexandre Taillard (Thierry Lhermitte).

Para mim, o filme foi hilário. Achei bacana a crítica que faz aos discursos vazios e as relações de poder que acontecem na política.

O ator Thierry Lhermitte foi brilhante no papel do ministro. Ele dita um ritmo ao personagem e tem uma linguagem gestual que combina com a superficialidade e falta de competências que quiseram dar ao ministro.

Meu personagem preferido foi Claude, o chefe de gabinete que estava lá para fazer tudo funcionar da melhor forma possível.

Também gostei da forma como construíram o filme, as sobreposições de cenas, cortes e closes. Isso contribuiu muito para a construção dessa caricatura. Aliás, pela minha experiência pessoal o filme é uma caricatura perfeita que serve inclusive para muitos contextos.

Veja o trailler:

Apesar de discordar em alguns aspectos (mais especificamente o penúltimo parágrafo), gostei de ler essa crítica do Cineclick.

Para quem mora em Campinas, o filme está em cartaz no Topázio Cinemas, mas o horário dessa semana não está ajudando muito. 😦

Se alguém já assistiu ou quiser assistir, me conta o que achou.

Beijos e até!