Implementando o GTD – Introdução

E ai pessoal,

tudo bem?
Hoje começa a série de posts para dar algumas ideias de como implementar o GTD. A ideia dessa série é contar a minha experiência e, ao mesmo tempo, falar de erros que cometi ou coisas que eu faria diferente, agora que sinto que o processo funciona melhor no dia-a-dia.
Como eu disse no último post , comecei assim também, consultando alguns blogs sobre o tema e depois li o livro.
Vou ser bem sincera com vocês, acho que vale muito a pena ler o livro pra implementar o método, mas se você, assim como eu estava na época, tem pressa em se organizar, talvez essa série te ajude a começar… mas não deixe de ler o livro assim que possível!
Hoje vou fazer uma breve introdução sobre o sistema, na minha ótica, e apresentar o tema dos próximos posts. Se quiserem, podem enviar qualquer dúvida que tiverem que eu complemento a informação nas próximas publicações.
Mas vamos ao tema de hoje?

Antes de mais nada, para quem não conhece o GTD, uma definição rápida:
o GTD é a sigla para Getting Things Done, título em inglês do livro do David Allen (que resenhei no post anterior), onde ele explica este método de gerenciamento de ações.
Bom, eu gosto de usar métodos de gerenciamento das ações em geral, porque ajudam a gente a liberar a cabeça pra pensar coisas mais importantes.
Eu, particularmente, não acho que isso seja mérito só do GTD. Mas o David Allen, melhor do que qualquer outra pessoa, explica as vantagens de se limpar a mente e, principalmente, o que fazer com as listas e informações que tiramos da cabeça.
Na verdade, eu acho que o grande diferencial do GTD seja esse: apresentar um método para que a pessoa possa organizar o que passa pela sua cabeça, praticamente.
Além disso, o método é totalmente adaptável às necessidades da pessoa e às ferramentas que ela quer usar: você pode criar quantas listas forem necessárias para sua necessidade (a ideia é que nos próximos posts eu ajude vocês a pensar em formas de organizar essas listas) e pode gerenciar isso da forma que for melhor pra você, seja em papel, ou com uma ferramenta digital, ou juntando as duas coisas.
Quando comecei a implementar o GTD eu já tinha o tablet e por isso decidi fazer o processo totalmente digital… quando estou sem o computador, uso o tablet e o celular… por isso, meus exemplos vão ser geralmente nesse sentido, vou tentar dar dicas para quem gosta das ferramentas de papel, mas sem experiência de uso.
Além disso, gosto do GTD por outros motivos:
1.A visão vertical para o Gerenciamento das ações, em que você vai mudando a perspectiva para olhar determinada tarefa… calma, que eu vou explicar isso! hehe
2.O fluxograma que ele propõe para processar cada informação: ajuda absurdo a saber o que fazer.
3.As estratégias para gerenciar aquelas informações que não demandam ações: os arquivos de referência.
Por todos esses motivos, eu recomendo muito que vocês comecem a usar o GTD.
Para ajudá-los um pouquinho, a série de posts que irei escrever será sobre os temas:
Como começar- parte 1 (Coleta)
Como Começar – parte 2 (Processamento e Organização)
Calendário e Tickler
Gerenciamento vertical das ações
A revisão
O dia a dia
A ideia é dar uma visão geral pra que você possa somente começar, mesmo. O mais simples e direto possível! Espero que possa ajudar!
Beijos e até a próxima.
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