Resenha: você já pensou na sua ordem de nascimento?

Oi pessoal, 

tudo bem?

Estou quase de férias, mas ainda na correria… essa semana ainda não consigo colocar as postagens em dia, mas acho que dá pra pelo menos dar uma passada aqui mais algumas vezes.

Hoje gostaria de contar sobre um livro que li no final do ano passado e peguei agora pra reler. O livro é Mais velho, do meio ou caçula, de autoria de Kevin Leman e publicado no Brasil pela Mundo Cristão,

O autor é um psicólogo clínico, formado pela Universidade do Arizona. Já escreveu dezenas de livros, fala sobre os conceitos de psicologia aplicados no dia-a-dia  e na relação entre familiares (é comum os temas sobre educação dos filhos ou relacionamento do casal). Foi o primeiro livro que li dele, mas fiquei com vontade de ler outros.

Veja a sinopse do livro pela editora:

Os irmãos mais velhos são sempre os mais sérios, certinhos, perfeccionistas. O do meio é o oposto! É competitivo, mas tenta sempre buscar a paz nas situações de conflito. Já os caçulas são bem-humorados, descomplicados e divertidos. Por outro lado, sempre ficam com as sobras dos anteriores e recebem apelidos não muito legais. Os filhos únicos se parecem com os mais velhos, mas são ainda mais precoces (parecem miniaturas de adultos por volta dos sete anos de idade!) e têm nos livros seus melhores amigos.

Como é possível que dois, três, quatro, sete indivíduos, filhos do mesmo pai e da mesma mãe, sejam tão diferentes? Para Kevin Leman há uma explicação: a ordem do seu nascimento. O seu lugar na família determina quem você é. 

Se você é o primeiro filho, do meio ou último, o cuidado e trato dos seus pais com você foi diferente dos seus irmãos. E se você é filho único, todas as atenções e esforços foram voltados para você, inclusive os erros e acertos. 

Descubra quais são as características da sua ordem de nascimento e aprenda a usá-las em seu favor.

O que eu achei do livro:

Antes de mais nada, é bom esclarecer que eu não acredito em um aspecto da vida definindo toda a nossa personalidade. Hoje tenho 28 anos e foram muitas experiências, vivências, escolhas e interações, isso tudo me define e a ordem de nascimento pode ter uma influência em maior ou menor grau. Aliás, na minha leitura, o próprio autor esclarece que isso é uma forma de compreender as pessoas, não a única.

Mas li o livro e fiquei realmente convencida de que esse é um fator importante pra explicar, por exemplo, como dentro de uma mesma casa, os irmãos podem ser tão diferentes entre si. O argumento que ele usa, com base em uma teoria bem difundida na psicologia (apesar de não ser consenso, segundo o que eu pesquisei), é a de que os pais se relacionam de forma diferente com os filhos de acordo com sua ordem de nascimento e os próprios irmãos relacionam-se entre si respeitando essa ordem e, a partir disso, cada um vai desenvolver um conjunto de características. 

Eu sou filha única e ele descreve 7 características típicas como sendo do filho único. Todas são muito eu: confiante, perfeccionista, organizado, condutor, fazedor de listas, lógico e erudito.  O bacana é que após descrever cada um dos tipos, ele traz um quadro resumindo as características típicas e como cada uma delas pode ser um ponto forte ou fraco. Ele também traz dicas sobre como negociar e trabalhar com cada pessoa de acordo com suas características típicas, como são os casamentos de acordo com as ordens de nascimento (define minha vida)  e no final ele fala sobre como os pais podem educar os filhos e ajudá-los a se desenvolver de acordo com sua ordem de nascimento. 

Eu indico muito o livro. Porque:

1. O livro me ajudou a me conhecer melhor, identificar algumas coisas que eu posso me desenvolver e transformar pontos fracos em pontos fortes.

2. Também foi fundamental para entender algumas atitudes das pessoas com quem eu convivo. Depois que li o livro, deixei de ter expectativas irreais em alguns aspectos.

3. Com certeza algumas dicas serão valiosas para quando eu tiver filhos. Acho que quem já é pai/mãe vai ganhar muito em ler o livro e refletir sobre suas atitudes na educação de seus filhos.

Ah, e apesar de ser um psicólogo de confissão cristã, há poucas referências à religião no livro. Então a leitura serve também para quem não é cristão.

Se alguém se animar a ler o livro me conta depois.

Um beijo e até mais!

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