Arquivo mensal: outubro 2012

A escolha da pós graduação

Estou terminando em novembro minha pós graduação. Cursei especialização em educação corporativa. Gostei muito do curso e o investimento valeu a pena. Gostaria de contar um pouco pra vocês como foi minha escolha.

Sei que já não é fácil escolher qual graduação fazer. Eu particularmente tive sorte: com 17 anos decidi que ia prestar o vestibular para pedagogia, prestei em duas universidades públicas e passei no “susto”. Entrei no curso sem saber ao certo se era realmente o que eu queria, mas ao longo do tempo descobri que era uma ótima escolha e realmente gosto do que faço.
Talvez se não tivesse feito estágio onde trabalho hoje e tivesse ido trabalhar em escola ou ONG não gostaria tanto, mas minha vida profissional sempre tomou rumos muito interessantes desde 2004 (quando entrei na faculdade).
Agora, pra escolher a pós achei um pouco mais complicado. Primeiro que eu não sabia ao certo quando deveria fazer a pós. Eu me formei em julho de 2008 e já com emprego fixo (concurso público), recebendo convites para fazer outros projetos fora do trabalho… enfim eu já sabia o que queria fazer da minha vida profissional, mas não me sentia madura o suficiente para entrar na pós. Então em 2011, 3 anos após me formar, decidi que era a hora. Já estava pesquisando há mais ou menos um ano qual seria o curso mais interessante para mim.
Então, procurei cursos das áreas de educação e gestão de pessoas, em inúmeras instituições. Optei pela que cursei pelos seguintes motivos:
1. Tinha o curso que mais atendia às minhas necessidades e área em que quero atuar. Hoje para nós, pedagog@s, o mercado está se ampliando muito. Por isso queria uma especialização que me mostrasse uma parte do mercado que me interessa muito mas que eu conhecia pouco: as corporações. Gostei muito dos conteúdos propostos para o curso.
2. Era uma instituição séria e bem reconhecida no mercado. nem preciso falar que um bom nome faz muita diferença em seu currículo.
3. Era próximo do trabalho: ok, preguiça na hora de escolher um curso que você vai ralar pra pagar não é muito inteligente, mas se eu podia ter um curso legal, em uma instituição séria e perto do meu trabalho, não tinha como descartar esse fator em comparação com outros cursos. Menos tempo de deslocamento significaria mais tempo pra estudar e me dedicar a outras áreas importantes da minha vida. Sempre penso nisso.
4. O preço era ótimo. Na verdade depois percebi que não era muito diferente dos preços praticados por outras instituições, mas eles dividiam em inúmeras parcelas… 🙂
Os pontos positivos do curso foram: bons professores, na maior parte das vezes. em todos os módulos aprendi muitas coisas novas e, o mais importante, consegui colocar várias coisas em prática nos meus trabalhos.
Os pontos negativos: por ser um curso novo, a turma tinha interesses muito diversos – ao mesmo tempo que isso é ótimo por permitir a diversidade de olhares, acho que às vezes atrapalhou um pouco nos trabalhos em grupo (escolhas do tema, por exemplo), achei a instituição um pouco desorganizada
Agora penso em fazer outra pós ou prestar o mestrado ano que vem…
Alguém tem uma dica aí?

Como usar a agenda

Já falei aqui sobre o método de gestão de tempo (tríade) que uso há praticamente um ano e meio. Quando conheci o método (e o site),  troquei a agenda de papel pela agenda eletrônica. Demorei um tempo para me desapegar, porque já tinha se tornado praticamente um ritual: todos os anos, no mês de outubro eu começava a pesquisar agendas: sessões, tamanho, capa… eu percorria todas as livrarias de campinas que eu conhecia… e ficava morrendo de orgulho quando encontrava A agenda que iria me acompanhar por um ano inteiro…

2012 foi o primeiro dos últimos 08 anos que não fiz o ritual de compra da agenda… Optei definitivamente pela agenda eletrônica pelo mesmo motivo que troquei meus 4 cadernos pelo tablet: praticidade e menos coisas para carregar na mochila (confesso: sinto falta disso tudo…). Mas tenho alguma experiência no assunto e, a pedido do Blog Lingerie, resolvi escrever algumas dicas sobre como usar sua agenda de papel. Já que estamos em clima de final de ano, vou aproveitar e dar dicas até sobre como escolher a sua de 2013:

Quando comprar a agenda

Na verdade, comprava a agenda no mês de outubro porque já queria começar a anotar vários compromissos e planos para o ano seguinte (que já não cabia mais na agenda atual). E geralmente a encontrava mais barata em outubro do que em dezembro. Não sei se é regra, mas foi minha percepção. Acredito que quanto antes comprar a agenda, melhor. Assim você consegue planejar seu ano o quanto antes.

O que levar em conta

Primeiro é o tamanho, apesar de as pequenas serem mais fáceis de carregar, nunca funcionava pra mim, porque anotava TUDO que se possa imaginar na agenda e, por isso, não cabia em folhas menores. Sempre optava por uma agenda média, de tamanho 14,5X20,5 geralmente. Veja o que atende melhor suas necessidades.

O ideal era que as agendas tivessem: uma folha por dia (inclusive aos finais de semana – porque tenho muita coisa pra fazer aos sábados e domingos), espaço para planejamento no início do mês, espaço para planejamento no início e no final (que eu usava para anotações de projetos/metas do ano seguinte ao da agenda). Não fazia questão que tivesse espaço para agenda telefônica porque nunca usei. Achava pouco prático anotar todos os meus contatos novamente no ano seguinte.

Isso é o que funcionava para mim. Mas antes de comprar sua agenda, anote tudo o que você usa ou gostaria de usar em uma agenda e procure uma que atenda às suas necessidades.

Dicas para uso no planejamento:

Anote na área de planejamento no início todos os seus projetos e metas para o ano – com uma breve descrição, se couber,  e o prazo para finalizá-los. Você pode escrever mais detalhes do seu projeto/meta em um caderno ou arquivo de computador. Se já tiver ideia de tarefas, já escreva nos dias que pretende realizar.

Você também pode escrever no início de cada mês: projetos/metas em execução e datas importantes, como aniversários e viagens. Assim, você terá uma visão geral do seu mês ao marcar algum compromisso ou colocar algumas tarefas que deverão ser realizadas.

Dicas para uso diário:

Durante os dias, anote na sua agenda tudo o que você precisa lembrar. Divida a página entre: tarefas, compromisso, contas a pagar/receber e pendências.

Não precisa dividir em 04 partes exatamente iguais porque em cada dia terá mais um que outro (geralmente tarefas sempre irá ocupar a maior parte).

É importante que você anote tudo o que você precisa na sua agenda, assim desocupa a cabeça e não corre o risco de se esquecer de nada.

Após anotar cada tarefa e compromisso, coloque na frente o tempo previsto para duração, assim você sabe quanto tempo do seu dia está comprometido com aquilo que você já se programou para fazer.

Dicas especiais para revendedoras Fascínio de Mulher:

Sempre ande com a agenda. Algumas pessoas aconselham que você use uma agenda só para a revenda, mas eu não, penso que quanto mais concentrar as informações, sempre melhor. Eu acho melhor identificar, em sua própria agenda pessoal,  suas anotações referentes à vendas, com uma caneta de cor diferente ou sombreando com uma caneta marca-texto, por exemplo.

Anote tudo referente às vendas, quando fez a compra do produto, o prazo para chegar, as visitas às clientes (como um compromisso), a tarefa de ligar para aquela pessoa. Em pendências, você pode anotar o prazo que aquela cliente tem para decidir se irá ou não ficar com o produto. No planejamento anual/mensal, verifique as datas comemorativas de cada trimestre e prepare seu estoque de acordo com a ocasião.

Eu sugiro que, junto com a agenda, você tenha um caderno, ou uma planilha em Excel, para anotar quanto gastou, quanto ganhou e fazer o planejamento financeiro de sua atividade.

Espero que minhas dicas tenham ajudado.

Pra falar a verdade, fiquei com muita vontade de voltar a usar agenda manual enquanto escrevia esse post… quem sabe… rs

Ah, e no blog Vida Organizada saiu esses dias um post sobre como usar a agenda, tomando como base o método de gerenciamento do tempo que ela usa, o GTD.  Vale a pena conferir. Aqui.

Fast Fashion

Durante minha pós, no módulo de Responsabilidade Social, tivemos que pesquisar a respeito de um tema que estivesse ligado à sustentabilidade: decidimos fazer nosso trabalho sobre Fast Fashion.

Para fazer o trabalho, pesquisamos algumas empresas queridíssimas do público feminino quando se trata de vestuário e acessórios. Eu já imaginava que não houvesse uma preocupação muito grande com a questão da sustentabilidade, mas os resultados foram pior do que eu esperava.

Não é de hoje que ouvimos falar de escândalos com marcas famosas por causa de negócios duvidosos ou exploração do trabalho escravo para produção… mas será que damos a verdadeira importância a isso quando vamos fazer nossas compras?

Quando fizemos o trabalho, tentamos pesquisar 4 grandes redes de varejo de vestuário no Brasil. Encontramos pouquíssimas informações oficiais a respeito das empresas e sua forma de fazer negócios (transparência, oi!), vimos notícias sobre problemas trabalhistas e denúncias de exploração e assédio moral em duas das empresas e nenhuma delas demonstrou preocupação em saber se os produtos comprados de outras marcas obedecem a um padrão mínimo de cuidado com o meio ambiente e respeito ao trabalhador. Foi triste perceber isso e saber ainda por cima que vivo deixando meu dinheirinho nessas lojas…

Além disso, o próprio conceito de fast fashion causas alguns problemas socioambientais, como o consumo exagerado de roupas que, por sua vez, terão como impacto um consumo cada vez maior de matérias primas (sabe quanto de água usa-se para fazer uma calça jeans?).

Por esse e outros motivos, gostaria de deixar dois  desafios para você:

– Que tal antes de comprar a próxima peça de roupa pensar se você realmente precisa disso?

e…

– Antes de escolher a loja onde irá comprar suas roupas, procure saber mais sobre ela e se os valores que ela exerce em seu negócio são compatíveis com os valores que são importantes para você.

Cine materna

Toda vez que falo sobre meus planos para ter filhos daqui alguns anos, quem já tem filhos (e não quer me pressionar para ser mãe depois de amanhã) geralmente fala: “Ah é melhor mesmo, porque depois que você tem filhos, você vai deixar de fazer várias coisas”. Não sei se é realmente isso que acontece, mas eu fico pensando que para mim vai ser difícil deixar meu filho com alguém para sair e pegar um cinema sem ficar preocupada.

Além disso, nem todo mundo pode deixar seu bebê em casa com parentes ou pagar uma babá. Por isso, quando  li sobre o cinematerna, achei a iniciativa muito legal!

Pensando nessas coisas, algumas mães criaram um grupo, que agora é uma empresa social, para promover, em conjunto com cinemas, sessões para mães e pais com bebês de até 18 meses e com a sala adaptada para esse público (ar condicionado reduzido, trocador na sala de cinema etc.). Já faz um tempo que li sobre isso no jornal da minha cidade, mas esses tempos resolvi pesquisar sobre essa iniciativa e quis contar, porque realmente é muito legal e não sei se todo mundo conhece.

Pra quem quiser conhecer: http://www.cinematerna.org.br/, vale a pena!

Planejando sua vida financeira

Semana passada encerrei minhas aulas da pós e o último módulo foi sobre Gestão Financeira. O professor abordou a importância de se construir um planejamento de independência financeira. Aliás, o módulo foi muito interessante porque ele ensinou os princípios de Gestão Financeira com exemplos de Finanças Pessoais e, como aprendi muita coisa interessante, resolvi compartilhar hoje uma reflexão que ele fez conosco em todas as aulas, mas na última me fez realmente pensar: quais “sacrifícios” podemos fazer hoje para ter um futuro tranquilo?

Na vida financeira, como em todas as outras etapas, você precisa fazer escolhas e, são nestes momentos que você pode definir os rumos de sua vida.

Poupar e fazer escolhas inteligentes pode fazer com que você consiga construir um patrimônio sólido e tenha mais tranquilidade.

Um exemplo de escolha inteligente que me deixou surpresa foi: hoje tem compensado mais financiar a faculdade pelo FIES, com juros que não chegam a 4% ao ano do que pagar à vista, porque assim você pode guardar o valor da mensalidade na poupança que o rendimento é cerca de 6% ao ano  (agora não sei como vai ser porque mudou a forma de definir o rendimento, mas ainda assim irá render mais do que os juros pagos ao FIES e não é a única opção de investimento)!

Mas aí entram as escolhas do dia a dia: e se, ao invés de pegar o valor da mensalidade e poupar todos os meses, eu sair gastando o dinheiro? Não vai ter adiantado nada…

Por isso, minha reflexão sobre as finanças pessoais é: conhecer o mercado financeiro e procurar as melhores opções de investimento é fundamental para formar um patrimônio, mas ter disciplina e um objetivo claro (independência financeira) fará muito mais diferença.

Estou me esforçando (muito) para conseguir fazer as melhores escolhas e viver da melhor forma possível hoje, mas pensando sempre no que eu quero construir pro futuro. E você?

A escolha do lugar para morar

Estamos de mudança novamente. Depois que casei, já é a terceira casa em vou morar (na verdade dessa vez é um ap) e pela experiência que adquiri com isso, gostaria de dar algumas dicas para escolher o melhor lugar (vou falar de casas para alugar, porque é nisso que tenho experiência…).

Pelas tentativas e erros das últimas vezes, estabelecemos alguns critérios que consideramos muito importantes na hora de tomar a decisão:

1. Localização – a região é atendida por bastante linhas de ônibus? fica fácil para ir trabalhar? tem farmácias, padarias, supermercados perto? é seguro?  Se você passa muito tempo em casa, ou trabalha no esquema home office, é silencioso o suficiente? Procure conhecer bem a região do imóvel que está alugando.

2. O preço está de acordo com o que você pode pagar? – antes de sair à procura, já estude o orçamento e estabeleça um teto para procurar. Os imóveis estão tão caros ultimamente que se você não tiver um parâmetro e não fizer muita pesquisa, vai acabar pagando muito além do que pode e até mesmo do que vale o imóvel.

3. Condições da casa – banheiros e cozinha estão bem arrumados? vai precisar de alguma reforma? tem infiltração? há armários embutidos? tem cupins?

Faça mais de uma visita – geralmente ficamos tão ansiosos que na primeira visita não percebemos alguns detalhes que fazem toda a diferença no dia. Na minha última casa, se eu tivesse avaliado um pouco melhor teria pedido mais algumas mudanças antes de entrar…

Vá acompanhada de pessoas que se sintam à vontade para dar palpites – novamente por causa da ansiedade ou da empolgação de encontrar o “imóvel dos sonhos”, você não vai perceber nem em 10 visitas alguns defeitinhos que depois podem dar dor de cabeça, por isso alguém de fora pode ver algumas coisas que nós não demos muita atenção… chame seus pais, irmãos, amigos próximos, aquela pessoa que não vai se sentir mal em te dar um “choque de realidade” se souber que é para o seu bem.

4. Se for apartamento ou casa em condomínio, como são as condições do prédio e a convivência entre vizinhos? Esses tempos atrás encontramos um apartamento recém reformado, com uma  localização que atendia o que a gente precisava (mas ficamos meio em dúvida com relação a linhas de ônibus e segurança da região) e o preço era dentro do planejado. mas… quando entramos no ap demos de cara com uma carta do condomínio falando sobre um problema com crianças do prédio que estavam quebrando vidros, riscando carros e até furando pneus… isso foi um fator decisivo para a gente não ficar com o apartamento…

5. Você se sente bem? – como você se sente no local quando vai visitá-lo? sabe aquela coisa de “sexto sentido”? você não se sente muito bem, mas não sabe explicar porque… pode ser que você esteja inconscientemente percebendo coisas que ainda não se deu conta. Fique atenta a isso!

6. Planeje o que irá precisar comprar – sempre que nos mudamos, precisamos adquirir novos móveis ou objetos de decoração e organização da casa. veja se você vai precisar de muita coisa e se pode arcar com essas despesas no momento. se não, vale a pena comprometer seu orçamento?

Pense bastante, pesquise (não fique só na internet, procure em classificados de sua cidade e pergunte para conhecidos se não sabem de um imóvel para alugar – achei o meu assim!), converse com outras pessoas a respeito da decisão e, se depois de tudo isso você avaliar que é uma boa oportunidade, vá em frente!

Nós fizemos um achado. Um apartamento novíssimo, com boa localização e o aluguel ainda é barato! Sempre há boas oportunidades se procurarmos bem.

Minhas viagens – Natal

Uma das coisas que nos traz bem estar garantido é viajar.
Em viagens, podemos relaxar, descansar, repensar valores e conceitos, ter tempo para refletir e tomar decisões importantes na vida.
Para isso, a viagem precisa ter espontaneidade, flexibilidade e, principalmente , uma viajante com a mente aberta para novas experiências. Mas… não sei se porque sou a louca das planilhas, acho que precisamos antecipar algumas coisas para não ter imprevistos e chateações desnecessárias. Questões como: orçamento da viagem, escolha do hotel, conhecer o destino previamente (pontos turísticos, por onde não é legal passar…), horários de vôos e planejamento de datas são essenciais para que todas as pessoas possam aproveitar a viagem.
Não viajo tanto quanto gostaria, infelizmente nós temos que priorizar coisas na vida (em tempo e dinheiro, principalmente, os recursos mais escassos da minha vida…).
Mas todo ano conhecemos pelo menos um lugar diferente, mesmo que seja a apenas 100km de distância.
Em nossa Lua de Mel fomos para Natal. Foi uma viagem que com certeza estará no Top One, primeiro porque era nossa primeira viagem juntos, Lua de Mel e toda a magia que isso representa. Segundo porque Natal é uma cidade linda e que vale a pena ser visitada.
Resolvi contar da minha viagem e trazer algumas dicas para quem está pensando em viajar pra lá.
Orçamento
Natal é um dos destinos caros do nordeste, mas se bem planejado, dá pra viajar confortavelmente e não pagar um absurdo. Viajei há praticamente 3 anos, mas achei um hotel super confortável, 4 estrelas e de frente para a praia, com um preço bom. Quando eu viajei, percebi que não compensava comprar pacotes fechados de agências, que saíam 30% mais caros do que paguei em minha viagem. Por isso, procurei uma agência de confiança (indicação de amigos) para intermediar a relação com o hotel, sei que isso dá pra fazer pela internet, em sites como o Decolar, mas achei que valeu a pena, porque o hotel teve mudança de preços meses após eu ter fechado o valor e queria reajustá-lo – deixei a negociação com a agência e não tive nenhum problema. A agência também fez a compra das passagens aéreas por nós. Eles cobraram o mesmo preço do site e a qualidade de atendimento foi muito superior. Não contratamos passeios antecipadamente porque achamos caro e realmente valeu a pena não fazer isso. Não gastei horrores lá, mas não ficamos contando cada centavo. Meus gastos foram com comida (o hotel era meia pensão, então só gastávamos com almoço), aluguel de carro, passeios e lembrancinhas. A verdade é que um bom planejamento de viagem ajuda a economizar
Hospedagem
A cidade tem muitas opções de hotéis e pousadas. Uma das minhas madrinhas de casamento já havia morado lá e indicou que eu me hospedasse na Praia de Ponta Negra. Achei que realmente valeu muito a pena: o preço é mediano, o conforto é alto, a praia é tranquila e fica bem no meio do caminho para todos os pontos turísticos da cidade. Escolhi um hotel 4 estrelas, mas vi hoteis mais baratos e pareciam ser legais também. Ah e claro que há hoteis a duas quadras da praia muito mais baratos. Hoje também vejo promoções em sites de compras coletivas.
Se possível escolha hotel com meia pensão. Assim, você sempre almoça pela rua, mas não gasta muito, porque tomou um bommmm café da manhã e pode jantar às 19h.
Passagens aéreas
Gostei muito da qualidade de serviço e atendimento da cia que escolhi. Na época, o preço era o mais competitivo e os horários eram melhores também. Ainda troquei o local de saída do vôo e tive reembolso na volta da viagem. Minha experiência foi ótima!
Passeios
Achei que vale muito a pena alugar um carro para conhecer as praias de Natal. Melhor do que contratar passeios. Sai mais barato e você faz conforme seu ritmo. Nós ganhamos um guia com os mapas das praias e informações básicas sobre cada uma. Como pesquisamos antes e já sabíamos o que nos interessava, aproveitamos melhor o tempo. Além disso, andar pelas praias de Natal é muito fácil (só não tente ir para o centro, é muito confuso). Os lugares que eu mais recomendo são as Dunas de Genipabu e o cajueiro (lindo!).

Espero que esse post seja útil para quem estiver planejando sua viagem.

Reuniões produtivas – este fenômeno existe?

Ninguém quer perder tempo hoje em dia. Por isso saber realizar reuniões produtivas é uma competência essencial para sobrevivência no mundo corporativo. Quantas vezes você foi convidada para uma reunião e já foi desanimada por perder uma tarde inteira indo do nada para o lugar nenhum?

Se você precisa marcar e conduzir reuniões, pode seguir algumas dicas(estou colocando só as que uso no dia-a-dia) para que elas sejam produtivas:

1. Chame reuniões somente quando for realmente necessário. Parece óbvio, mas algumas pessoas marcam reuniões para discutir coisas que se resolveriam em uma conversa por telefone, e-mail ou um feedback rápido com o gestor/colega do lado.

2. Convide somente as pessoas que realmente são necessárias. Outra vez, “chovendo no molhado”, mas tome cuidado para não convidar pessoas que não têm autonomia para tomadas de decisão ou, simplesmente, não dominam o assunto. Cuidado também para não deixar de chamar algumas pessoas que são fundamentais para encaminhar o processo ou explicar um assunto para os participantes.

3. Defina antecipadamente e envie para todos os participantes uma pauta e o horário de início e término da reunião. Procure seguir à risca o tempo previsto e, caso surja novos pontos de pauta, finalize aqueles pré-estabelecidos e só então discuta os novos, se tiver tempo, ou marque outra reunião (lembrando da questão: é realmente necessária?).

4. Anote o máximo possível e, para cada encaminhamento definido sobre o assunto da reunião, determine um responsável pela atividade e um prazo para entrega.

5. Faça, ou solicite para alguém de sua confiança, um relatório da reunião com resumo dos principais pontos discutidos, encaminhamentos e responsáveis/prazos definidos. O relatório precisa ser conciso e objetivo. Use tópicos e tabelas. As pessoas darão mais atenção e entenderão com mais rapidez e facilidade.

Agora, se você foi convidada para uma reunião fadada a ser improdutiva, a primeira dica é: fuja! Pergunte, discaradamente, se sua participação é realmente necessária. Tomei coragem de fazer isso há algum tempo e até agora ninguém saiu ferido…rs

Mas, se não tem muita escolha, vou dar as dicas de estratégias que eu uso:

Seja cara-de-pau e proativa, ao mesmo tempo: conduza a reunião se quem deveria fazer não está. Seja sutil, claro, mas você pode tentar sintetizar a discussão e avançar para o próximo passo, dar sugestões de encaminhamentos ou até sugerir pauta (é bizarro, mas eu já fui a reuniões sem pauta definida). Outra coisa, se seu chefe enviou você, ele está assinando embaixo do que você disser lá, você tem autonomia (cuidado para não se empolgar!) para tomar algumas decisões a respeito do que sua área pode ou não se responsabilizar e fornecer informações importantes para o andamento da reunião.

Para seguir essa primeira dica, analise muito bem a situação  porque nem todo mundo avalia bem essa postura. Por isso, vem a segunda dica para momentos sem salvação:

Arranje algo produtivo para fazer: anote as partes importantes da reunião  e, entre um devaneio e outro (em algumas reuniões que participo, um devaneio pode durar meia hora), faça  um check-list das tarefas que já te delegaram na reunião ou esquematize o resumo que irá levar daquilo tudo. Enquanto isso,   pense “naquela” frase para intervir no assunto e as pessoas voltarem ao foco principal da reunião (ou aquele que você imagina que seja).

Essa última dica vale também para aulas sem sentido. Eu particularmente não gosto de sair de aulas ou palestras no meio, porque passa uma imagem muito ruim e é um desrespeito com quem está falando. Mesmo que seja o professor mais mala do mundo, não merece. Nesses casos, começo com um grandíssimo esforço de prestar atenção e tirar o lado bom daquilo tudo (polyana feelings). Quando isso não dá certo, paro de anotar e começo a fazer o cardápio da semana,   mapa mental do evento que estou organizando… enfim, algo que não exija muita concentração porque se a aula/palestra de repente ficar interessante, posso voltar a prestar total atenção em quem está falando.

Essa é a forma que uso para tentar aproveitar o máximo do meu tempo. Espero que as dicas ajudem.